(Reportagem do  Jornal da Cidade Online não identifica  créditos da foto)
Jornal da Cidade Online\Por Helder Caldeira

Os primeiros levantamentos apontam que a presidente-afastada Dilma Rousseff e o PT estão deixando de ‘presente’ para o Brasil um rombo de aproximadamente R$ 200 bilhões. Pasmem, pode ser ainda maior! Neste valor babilônico ainda não estão incluídas as prováveis maquiagens na Caixa, no Banco do Brasil e no BNDES.

Você sabe o que esses ‘dados iniciais’ representam em termos de orçamento público? Dar-te-ei três números capazes de demonstrar a envergadura do rombo. Ei-los:

→ R$ 200 bilhões são oito anos de Bolsa Família;

→ R$ 200 bilhões representam 16 anos de FIES;

→ R$ 200 bilhões equivalem a cerca de 60 vezes o orçamento para 2016 destinado ao agora tão lembrado Ministério da Cultura.

Se considerarmos o contingenciamento de 60% determinado em fevereiro pela própria Dilma Rousseff, o rombo deixado é equivalente a mais de 150 vezes o orçamento da Cultura.

O que isso significa?

Significa que, quando você assiste, ouve ou lê alguém gritando que ‘golpistas querem acabar com direitos sociais’ ou que fundir o Ministério da Cultura com o Ministério da Educação – MEC é ‘atraso’, ‘descaso’ e difamações congêneres, saiba que, certamente, o interlocutor desconhece a realidade do Brasil.

Ou pior. Provavelmente o interlocutor não tem dignidade para reconhecer o descalabro nas contas públicas brasileiras promovido pela quadrilha que permaneceu no poder por longos 13 anos, 4 meses e 12 dias.

Noutras palavras, é o uso da má-fé como escudo para suas mixórdias.

Helder Caldeira

Marcelo Calero (Gnews) (Foto: Reprodução GloboNews)

Marcelo Calero, em imagem de arquivo (Foto: Reprodução Globo News)

Do G1, em São Paulo

O presidente em exercício Michel Temer publicou, nesta segunda-feira (23), a recriação do Ministério da Cultura em edição extra do Diário Oficial da União. Temer voltou atrás sobre o fechamento da pasta após diversos protestos e críticas da classe artística.

O novo ministro nomeado foi Marcelo Calero, que já havia sido anunciado na última quarta (18) como secretário nacional de Cultura. Com a decisão, a Cultura deixa de ser uma secretaria e não ficará mais subordinada ao Ministério da Educação. Em nota à imprensa neste sábado (21), Calero comentou a medida de Temer e afirmou que ela mostra o “protagonismo” do setor.

A edição extra do Diário Oficial também trouxe a nomeação de José Mendonça Filho como ministro da Educação e a designação de Luís Carlos Alves Júnior como substituto eventual do Advogado-Geral da União.

A decisão de fundir as pastas de Educação e Cultura foi tomada com base no princípio adotado por Michel Temer ao assumir de reduzir o número de ministérios. O corte da Cultura, contudo, foi alvo de críticas por parte da classe artística.

(reportagem do Diário do Poder não identifica créditos da foto)

Por: Diário do Poder

O ministro Romero Jucá (Planejamento) atacou o senador Telmário Mota (PDT-RR) durante entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (23) no Senado. Questionado sobre o pedido de cassação que Mota anunciou que representaria contra o ministro, Jucá rebateu dizendo que “Telmario deveria representar contra a mulher dele, que é foragida da polícia”.

A esposa de Mota, a médica Suzete Macedo de Oliveira, teve a prisão decretada por envolvimento no “escâncalo dos gafanhotos”, descoberto pela Polícia Federal na Operação Pragas do Egito, deflagrada em 2003. Suzete foi condenada a seis anos e oito meses de reclusão, a defesa da mulher do senador tentou um habeas corpus preventio no Tribunal Regional Federal da 1ª  Região, mas teve o pedido negado.

Jucá foi eleito senador pelo estado de Roraima e se licenciou do cargo para assumir o Ministério do Planejamento no governo interino de Michel Temer.

O ministro está no meio de uma crise após o jornal Folha de São Paulo divulgar trechos da conversa entre Jucá e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. No diálogo, o peemedebista sugere um pacto para deter os avanços da Operação Lava Jato.

Jucá arrastou o STF para a lama

(Foto reprodução\Google)

Por: O Antagonista

Num dos diálogos indecentes entre Romero Jucá e Sérgio Machado, o então senador diz “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem ‘ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca’. Entendeu? Então…”

Então, o STF foi arrastado para a lama por Romero Jucá, assim como havia sido por Lula, que foi gravado afirmando que o STF estava “acovardado”.

O Supremo precisa dar uma resposta vigorosa, fulminante. E a única forma de fazê-lo é acelerando os inquéritos contra Romero Jucá e Renan Calheiros que estão parados no tribunal.

O ministro Teori Zavascki, isoladamente, se sai bem nos diálogos indecentes, porque é citado como um sujeito “fechado”. Que ele, portanto, deixe a PGR partir para cima desses outros bandidos do PMDB.

(Reportagem do  Jornal da Cidade Online)

Por: Jornal da Cidade Online

O clamor popular de todos os brasileiros que foram às ruas pelo fim da corrupção e o consequente impeachment da presidente Dilma Rousseff, é no sentido de que nenhum investigado na Operação Lava Jato ocupe cargos no governo.

Mesmo que inocente, que vá e prove na Justiça, longe de qualquer cargo público, ainda mais quando obtém o maldito ‘foro privilegiado’.

Esta é a leitura que tem que ser feita pelo presidente interino, caso contrário, brevemente as pessoas de bem estarão nas ruas pedindo a sua saída, numa reedição das grandes manifestações populares que culminaram no afastamento da presidente Dilma.

A situação fica ainda mais grave e evidente, no momento que vem à tona a conversa do ministro Romero Jucá com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.

Jucá reconheceu que o escabroso papo realmente aconteceu. Assim sendo, de nada mais adiantam desculpas esfarrapadas.

Machado em determinado momento da conversa assinala: ‘O Michel forma um governo de união nacional, faz um grande acordo, protege o Lula, protege todo mundo. Esse país volta à calma, ninguém aguenta mais.’

Quanta pilantragem!

O povo brasileiro não irá admitir qualquer tipo de protecionismo, muito menos a Lula.

Demissão para todos os envolvidos e fim do maldito ‘foro privilegiado’.

Amanda Acosta

Temer confirma afastamento de Jucá

O presidente da República em exercício, Michel Temer, e o Ministro do Planejamento, Romero Jucá, no gabinete da presidência do Senado Federal, em Brasília (DF) - 23/05/2016

O presidente da República em exercício, Michel Temer, e o Ministro do Planejamento, Romero Jucá, no gabinete da presidência do Senado Federal, em Brasília (DF) – 23/05/2016(Pedro Ladeira/Folhapress)

Veja\Por: Felipe Frazão, de Brasília

O presidente interino Michel Temer (PMDB) confirmou na noite desta segunda-feira o afastamento de Romero Jucá do cargo de ministro do Planejamento. Jucá foi flagrado em uma gravação conversando com o ex-dirigente da Transpetro Sergio Machado sobre um pacto para barrar a Operação Lava Jato. Em nota, Temer afirmou que Jucá vai continuar colaborando com o governo federal “de forma decisiva”.

“Registro o trabalho competente e a dedicação do ministro Jucá no correto diagnóstico de nossa crise financeira e na excepcional formulação de medidas a serem apresentadas, brevemente, para a correção do déficit fiscal e da retomada do crescimento da economia”, diz a nota assinada por Temer.

O presidente interino não comentou a gravação. Pouco antes de Jucá falar em uma “licença”, Temer afirmou que “buscaria rapidamente a melhor solução para todos”.

Jucá será exonerado do cargo de ministro e deve reassumir nesta terça o mandato no Senado, onde, segundo disse, fará um embate político com o PT, oposição a Temer, no exercício da presidência nacional do PMDB.

Leia a íntegra da nota de Temer:

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Romero Jucá, solicitou hoje afastamento de seu cargo, até que sejam esclarecidas as informações divulgadas pela imprensa. Registro o trabalho competente e a dedicação do ministro Jucá no correto diagnóstico de nossa crise financeira e na excepcional formulação de medidas a serem apresentadas, brevemente, para a correção do déficit fiscal e da retomada do crescimento da economia. Conto que Jucá continuará, neste período, auxiliando o Governo Federal no Congresso de forma decisiva, com sua imensa capacidade política.

Jucá queima sua segunda encarnação

(Foto reprodução\Google)

Veja\Por: Vera Magalhães

Onze dias depois de assumir, Michel Temer já perdeu um dos homens fortes de seu governo.

A combustão está cada vez mais acelerada na política brasileira. Até então, o caso de queda de uma peça-chave do governo em menor tempo era o de Antonio Palocci no primeiro mandato de Dilma Rousseff. Ele deixou a Casa Civil seis meses depois da posse.

De novo como no caso de Palocci, Jucá vive sua segunda descida ao inferno. Ele já havia se demitido da pasta da Previdência no governo Lula, também sem esquentar muito a cadeira: na época, durou quatro meses.

O episódio mostra a grande fragilidade política do governo provisório – que, esperava-se, teria essa vantagem em relação a Dilma.

SENADOR RENAN CALHEIROS E O EX-SENADOR JOSÉ SARNEY. (FOTO: ED FERREIRA/AE)

 Por: Diário do Poder\Tiago de Vasconcelos

Enroladíssimo na Lava Jato, o ex-senador e ex-presidente da Transpetro Sergio Machado tenta se livrar de punição por meio de acordo de delação premiada, por isso ele provocou a conversa com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), em março, com instruções para levar um gravador escondido.O problema, para o PMDB, é que Machado gravou conversas com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e também com o ex-senador José Sarney, ambos do PMDB. A suspeita é que as gravações fazem parte do acordo de delação premiada que o ex-presidente da Transpetro fechou com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, responsáveis pelas investigações da Lava Jato.

Novas inscrições acontecem a partir de junho - Foto: Margarida Neide | Ag. A TARDE

Novas inscrições acontecem a partir de junho  (Reportagem da Tarde não identifica créditos da Foto)

A Tarde\Estadão Conteúdo\Luísa Martins\Margarida Neide | Ag. A TARDE

O ministro da Educação, Mendonça Filho, informou que irá garantir novas inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) a partir de junho – e não mais para o fim do ano, conforme previsão inicial revelada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” nesta segunda-feira, 23.

Mendonça afirma que encontrou o programa sem recursos, mas que conseguiu negociar com o Ministério do Planejamento orçamento para novas candidaturas. “Com a garantia de recursos, a equipe técnica do MEC está trabalhando para, até o final de junho, anunciar o processo das novas inscrições do Fies”, disse o ministério, em nota.

O jornal apurou que o novo ministro assumiu compromisso de dar continuidade aos programas educativos iniciados ou fortalecidos na Era PT (Fies, ProUni e Pronatec), mas que novas vagas dependeriam exclusivamente de um balanço financeiro que, segundo interlocutores do MEC, não seria otimista para este ano.

Mendonça confirma, por exemplo, que o orçamento do Pronatec já está zerado para 2016. Porém, afirmou que o programa não será interrompido. “O MEC está buscando outra solução junto ao Sistema S, o que vai assegurar as novas vagas do Pronatec”, disse a nota.

Comissão do impeachment é adiada

(Foto reprodução\Google)

ISTOÉ\Estadão Conteúdo\AddThis Sharing Buttons

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou que a sessão do Congresso Nacional, que vai analisar a revisão da meta fiscal foi adiantada para esta terça-feira, às 11 horas. Assim, o retorno da comissão especial do impeachment, que estava marcado para o mesmo horário, foi adiado.

A comissão especial vai se reunir apenas na próxima quarta-feira, às 11 horas. Com os mesmos membros, o colegiado se transforma agora na comissão processante, que vai analisar o mérito da questão do impeachment, ou seja, se a presidente afastada Dilma Rousseff cometeu de fato crime de responsabilidade.

O PT, agora na oposição, anunciou que pedirá ao presidente do Senado que a comissão seja suspensa, com o argumento de que houve desvio de finalidade na condução do processo. Eles querem usar como justificativa a gravação do ministro do Planejamento, Romero Jucá, em que sugere que era preciso “trocar o governo” e trazer “Michel Temer” para conter as investigações da Operação Lava Jato.

 

 

Entrevista coletiva com o ministro do Planejamento, Romero Jucá, que anunciou que vai se licenciar do cargo, para se defender da acusação de obstrução da Operação Lava-Jato - 23/05/2016

Entrevista coletiva com o ministro do Planejamento, Romero Jucá, que anunciou que vai se licenciar do cargo, para se defender da acusação de obstrução da Operação Lava-Jato – 23/05/2016(Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Veja\Por: Felipe Frazão e Laryssa Borges, de Brasília

Antes mesmo de completar duas semanas no governo, o ministro do Planejamento, Romero Jucá, deixa a administração interina de Michel Temer. A queda, provocada por revelações de que propôs um “pacto” para conter o avanço das investigações da Operação Lava Jato, foi anunciada oficialmente como uma “licença”. No governo, porém, a expressão é apenas uma estratégia para amenizar a necessária demissão e tentar blindar a gestão Temer, que tem o prazo máximo de 180 dias para reconstruir os pilares da credibilidade do país e garantir votos necessários para a consolidação do processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff.

Após entregar a nova meta fiscal de 2016 ao presidente do Congresso, Renan Calheiros, Jucá afirmou nesta segunda-feira que vai se licenciar do cargo a partir de amanhã. Ele disse que preferiu deixar o cargo para aguardar que o Ministério Público Federal se manifeste sobre os áudios em que sugere um pacto para paralisar a Operação Lava Jato e conter a “sangria” provocada pelas investigações. Minutos antes do anúncio de Jucá, Michel Temer afirmou que buscaria “a melhor solução para todos” diante do caso. O peemedebista afirmou que o presidente interino chegou a pedir que ele ficasse no cargo – e que a decisão de ‘pedir licença’ partiu do próprio Jucá. O Diário Oficial desta terça-feira deve confirmar a exoneração de Jucá do Executivo.

Leia na íntegra

Neto é virtual candidato à reeleição e a governador do estado em 2018 - Foto: Joá Souza | Ag. A TARDE

Neto é virtual candidato à reeleição e a governador do estado em 2018 (Reportagem da Tarde não identifica créditos da Foto)

A reviravolta política ocasionada com a saída da presidente Dilma Rousseff (PT) do comando do país e a ascensão do vice Michel Temer (PMDB) terão reflexos na política baiana que serão sentidos nas próximas eleições. O governador Rui Costa (PT) perdeu uma parceira no Planalto e alguns aliados importantes como os ministros Jaques Wagner (um dos mais próximos de Dilma) e Juca Ferreira (Cultura).

A troca da cadeira presidencial fortaleceu grandemente as oposições no estado: o presidente do PMDB-BA, Geddel Vieira Lima, virou ministro da Secretaria de Governo e um dos principais conselheiros do presidente Temer; o deputado Antonio Imbassahy (PSDB), um dos que comandaram o processo de impeachment de Dilma, é o líder dos tucanos na Câmara Federal e seu partido emplacou três ministérios.

A situação equilibrou a força dos três principais partidos de oposição na Bahia, onde pontificava absoluto o DEM graças à liderança do prefeito de Salvador ACM Neto que venceu as eleições de 2012, com os apoios do PMDB e PSDB, enfrentando a força dos governos estadual e federal, controlas pela legenda adversária, o PT.

Leia na íntegra

A pedido do Blog do Meireles e da Cereja Produções, os atores globais Ronny Kriwat, Juliano Laham (BBB 16) e Leandro D’Melo gravam vídeo cobrando da justiça uma solução para o assassinato da pequena Beatriz,

O crime aconteceu no dia 10 de dezembro de 2015 no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em Petrolina. A pequena Beatriz tinha 7 anos e era filha do professor de inglês da instituição, Sandro Romildo,

#somostodosbeatriz

 (Reportagem do diário do Poder não identifica créditos da foto)
Aprovado o afastamento de Dilma Rousseff, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), seu aliado, concedeu-lhe várias regalias como seguranças, do Alvorada, aviões da FAB e assessores. Fixou em 35 o número de assessores de Dilma enquanto ela estiver afastada, mas não os especificou, possibilitando a manobra esperta de Dilma, ainda presidente, de reservar os cargos mais caros para sua turma. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A turma de 35 dilmistas terá remuneração que varia de R$ 10 mil a R$31 mensais, durante o afastamento da presidente, por até 6 meses.

No dia 12, quando foi tocada para fora do Planalto, Dilma publicou no Diário Oficial atos de “promoção” de assessores como Giles Azevedo.

Além de reservar os 35 melhores cargos para sua turma, Dilma ainda orientou outros assessores a solicitar “quarentena remunerada”.

Mais de 80 assessores e ex-ministros como o advogado-geral de Dilma, José Eduardo Cardozo, pediram “quarentena remunerada”.

 


(Foto reprodução\Google)
Época\GUSTAVO CERBASI

Estamos há praticamente um ano em crise econômica declarada no país. Como sempre acontece nas crises, empregos se foram, a renda caiu, empresas fecharam e a capacidade de consumo das famílias despencou. Como sempre acontece nas crises, desempregados, famílias e empresários ansiosamente aguardam que um anjo salvador restabeleça a ordem e lhes devolva a estabilidade e o fôlego financeiro para resgatar planos desfeitos, retomar o rumo de suas vidas.

O problema é que o anjo salvador não está atendendo o telefone. Não há um governo trabalhando para reequilibrar o rumo da economia. Não há reservas para investir em obras públicas. A pouca poupança das famílias foi rapidamente consumida em uma inflação maquiada ao longo de anos. Restaria contar com ajuda externa, mas perdemos completamente nosso crédito para financiamentos internacionais. Não há dinheiro para investir na recuperação do que foi perdido nos últimos anos. Em outras palavras, aquilo que convencionamos chamar de crise não deve passar tão cedo.

Escrevo não para pintar o terror, mas para que você entenda que não basta apertar um pouco o cinto para atravessar um período turbulento. O período será longo. Em termos de estratégia, devemos abandonar a esperança de que o ambiente melhorará e iniciar, nós mesmos, mudanças para nos adaptar ao novo ambiente.

Leia  na íntegra

(Reportagem do Jornal da Cidade Online não identifica créditos da Foto)
 
Por: Jornal da Cidade Online

O ex-senador Gil Argello negociou delação premiada com o Ministério Público Federal.

No pacote, além de inúmeras revelações bombásticas, gravações que incriminam o presidente do Senado, Renan Calheiros.

O Ministério Público já está de posse das gravações que deverão se constituir num enorme tormento para o senador alagoano. Ele não deverá resistir.

Prenuncia-se finalmente a queda definitiva de Renan Calheiros. Os próximos dias serão determinantes.

Gim Argello foi preso no dia 12 de abril, suspeito de receber R$ 5,35 milhões de propina de empreiteiros.

Sua delação é nitroglicerina pura. Entre 2010 e 2014 ele teve atuação destacada na base do governo.

Fatalmente irá complementar muito do que já foi dito por Delcídio do Amaral.

LÍDER DO DEMOCRATAS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS, PAUDERNEY AVELINO. (FOTO: DEM)
Por: Diário do Poder\Elijonas Maia

Líder do Democratas na Câmara dos Deputados e no sexto mandato como deputado federal, Pauderney Avelino (AM) conhece os corredores da Casa. O parlamentar foi um dos fortes articuladores pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff, aprovado em 17 de abril por 367 deputados.Em entrevista exclusiva ao Diário do Poder, Pauderney disse que a situação na Câmara está insustentável com Waldir Maranhão (PP0MA) na presidência interina e garante: “Não há a menor chance [de retorno de Dilma após 180 dias]“.

Como o senhor avalia o clima e panorama da Câmara dos Deputados com o Waldir Maranhão persistindo na presidência interina?

- Nós estamos em uma situação que não me lembro de outra parecida. Um presidente afastado, um presidente interino escondido, oculto, que, em tese, não governa, e as sessões da Câmara sendo conduzidas pelo sucessor. Realmente é uma situação que não causa conforto.

O senhor tem alguma ideia de como sair dessa situação de desconforto? Como as lideranças estão articulando?

Leia na íntegra

 

(Foto reprodução\Google)

 Por:Diário do Poder

A estatal Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pela TV Brasil, foi transformada em cabide de boquinhas para amigos de Dilma, do antecessor Lula e do PT. Milhões de reais dos contribuintes foram desperdiçados em programas de amigos petistas. Um deles, o diretor de teatro Aderbal Freire Jr, casado com a atriz Marieta Severo, recebia R$ 91 mil por mês, cinco vezes mais que o presidente da própria EBC. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.Sócia da FBL, produtora do “ABZ do Ziraldo” levava R$ 717 mil/ano, Rozane Braga assinou manifesto “anti-golpe”. Inútil: foi cancelado. O programa “Papo de Mãe”, de Mariana Kotscho, filha de ex-assessor de Lula, custava ao contribuinte R$ 2,4 milhões/ano. Foi cancelado.

O programa “Observatório da Imprensa”, comandado por Alberto Dines, faturava R$ 233 mil por mês e R$ 2,8 milhões ao ano na estatal EBC. O programa “Expedições”, produzido pela empresa Roberto Werneck Produções, teve o contrato de R$ 1,6 milhão cortado pela metade.

Leia na integra

 

Conexão África

O empresário Taiguara Rodrigues: para funcionários do governo e executivos de empreiteiras, ele é ‘o sobrinho do Lula’
O empresário Taiguara Rodrigues: para funcionários do governo e executivos de empreiteiras, ele é ‘o sobrinho do Lula’(VEJA.com/Reprodução)

Veja\Por: Thiago Bronzatto

Taiguara Rodrigues dos Santos era conhecido apenas como o sobrinho famoso do ex-presidente Lula. A fama vinha das fotos que ele postava nas redes sociais e, principalmente, de seu tino comercial. Em curtíssimo espaço de tempo, o rapaz se transmutou de vidraceiro falido em empreiteiro milionário. A receita do milagre é conhecida desde que VEJA publicou uma reportagem sobre o assunto em março do ano passado.

A apuração da revista mostrou que Taiguara, Lula e a Odebrecht se associaram num grande negócio. Taiguara, mesmo sem experiência no ramo, foi contratado para participar de um projeto de uma usina hidrelétrica em Angola, onde a empreiteira possui obras financiadas pelo BNDES. Sua empresa, a Exergia, fechou contratos de 26 milhões de reais com a Odebrecht no país africano, segundo os investigadores. Na sexta-­feira passada, o sobrinho foi conduzido coercitivamente à Polícia Federal. Os investigadores já sabem que Taiguara embolsou uma fortuna, mas não prestou serviço algum – o que não é exatamente o caso do ex-presidente.

Leia na íntegra

 Entrevista coletiva com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o ministro do Planejamento, Romero Jucá, sobre a nova meta fiscal de 2016, em Brasília (DF) - 20/05/2016
Entrevista coletiva com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o ministro do Planejamento, Romero Jucá, sobre a nova meta fiscal de 2016, em Brasília (DF) – 20/05/2016 (Adriano Machado/Reuters)

O atual ministro do Planejamento Romero Jucá (PMDB-RR) sugeriu em conversas com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma possível mudança no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” feita pela Operação Lava Jato que investiga ambos. As conversas aconteceram em março. A reportagem é do jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira.

Os diálogos ocorreram semanas antes da votação pelo impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados e foram gravadas de forma oculta. O aúdio tem mais de uma hora duração e estão em posse da Procuradoria Geral da República (PGR).

Em um dos trechos da conversa, Jucá diz ao interlocutor: “Tem que mudar o governo para estancar essa sangria”, em resposta à preocupação expressada por Machado de que sua investigação na Lava Jato saísse do Supremo Tribunal Federal (STF) e fosse parar nas mãos do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância.

O advogado do atual ministro, Antonio Carlos de Almeida Castro, disse ao jornal que Jucá “jamais pensaria em fazer qualquer interferência” na Lava Jato “porque essa não é a postura dele”. (VejaDa redação, com Reuters)

 
Movimentação na sede da Polícia Federal em Curitiba
Movimentação na sede da Polícia Federal em Curitiba(Vagner Rosário/VEJA.com)

Veja:Por: Laryssa Borges e Thiago Bronzatto, de Brasília

A Polícia Federal realiza na manhã desta segunda-feira a 29ª fase da Operação Lava Jato. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e dois mandados de prisão temporária. Os agentes cumprem mandados em Brasília, Pernambuco e no Rio de Janeiro. Os investigadores encontraram indícios de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e corrupção passiva envolvendo contratos em obras da Petrobras.

O alvo principal da 29ª fase, batizada de Repescagem, é o ex-assessor João Claudio Genu, braço direito do ex-deputado federal José Janene, morto em 2010 e um dos nomes já julgados no escândalo do mensalão. Ele foi detido em Brasília. Também é alvo dos policiais Lucas Amorim, apontado como responsável por receber propina do doleiro Alberto Youssef em nome de Genu.

No esquema de compra de deputados federais para a formação da base aliada do então recém-eleito governo Lula, em 2003 e 2004, João Cláudio Genu, que atuava como assessor do Partido Progressista (PP) era o encarregado oficial da legenda para receber a propina do valerioduto. Na época, o Ministério Público imputou ao ex-asssessor a suspeita de ter sacado 1,1 milhão de reais em dinheiro vivo da SMP&B, agência de publicidade controlada por Marcos Valério.

Na Operação Lava Jato, os indícios são de que Genu continuou recebendo propina durante o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal e também pelo menos até 2013, quando já estava condenado. Em março de 2014, por seis votos a quatro, o plenário do Supremo anulou a condenação do ex-assessor pelo crime de lavagem de dinheiro ao julgar embargos infringentes. Ao contrário de políticos e empresários apenados no mensalão, ele conseguiu se livrar de todas as acusações no primeiro grande esquema de corrupção do governo Lula: além de ter revertido a condenação por lavagem na fase de recursos, a pena de um ano e quatro meses imposta a ele por corrupção passiva prescreveu.

 

O presidente da República em exercício, Michel Temer, se reúne com líderes partidários da Câmara dos Deputados, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) - 17/05/2016

O presidente da República em exercício, Michel Temer, se reúne com líderes partidários da Câmara dos Deputados, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) – 17/05/2016(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Veja\Por: Felipe Frazão, de Brasília

É comum que o marco de 100 dias de um governo seja tema de reportagens que escrutinam os erros e acertos do presidente da República no período. Mas a gestão interina de Michel Temer não dispõe de tanto tempo para mostrar a que veio. E é por isso que o site de VEJA preparou um balanço dos dez dias em que o peemedebista está à frente do Palácio do Planalto, completados neste domingo. Desde a confirmação do afastamento da presidente Dilma Rousseff, Temer e sua equipe têm caído em cascas de banana muitas vezes colocadas no caminho pelo próprio partido ou membros do governo. O interino e seus ministros também demonstraram falta de sintonia em declarações públicas – e se tornaram alvo de reclamações em decorrência da formatação da equipe ministerial.

Na terça-feira, o ministro Geddel Vieira Lima (Governo), fiel aliado de Temer e um dos mais requisitados por parlamentares ávidos por cargos, escancarou que Temer havia ficado descontente com as declarações de ministros e determinado que apenas os titulares da área econômica falassem sobre as ações em planejamento. Geddel pediu “calma e e paciência” com Temer e alegou que o governo era recente e não teve período de transição. “Determinadas declarações estão indo para a opinião pública de uma forma que em vez de contribuir estão criando dificuldades”, disse.

Confira reportagem completa

(Reportagem do Jornal da Cidade Online não identifica créditos da foto)
Por: Jornal da Cidade Online

Absoluta malversação do dinheiro público é o que se depara numa rápida análise sobre os gastos diretos da Presidência da República durante as duas gestões de Dilma Rousseff.

Os resultados assombrosos são alvo de um minucioso ‘pente fino’ que vem sendo realizado pela Secretaria de Governo.

Entretanto, a maneira perdulária como vinha sendo tratado o dinheiro público, se alastra por quase todos os setores da administração pública durante as gestões petista.

De qualquer forma, os gastos diretos da presidente, através do ‘cartão corporativo’ saltam aos olhos. Uma pequena demonstração, prende-se ao que foi gasto nesse quesito em 2014, ano eleitoral, R$ 747,6 milhões.

Fica claramente demonstrado a maneira criminosa como a presidente Dilma Rousseff lidava com os seus gastos diretos e de cunho eminentemente pessoais, derrubando a enfadonha argumentação de que se trata de uma ‘mulher honrada’, sem nada que macule a sua trajetória no exercício do cargo.

Malversação do dinheiro público é crime.

UM NOVO RELATÓRIO SERÁ ELABORADO POR ANASTASIA (FOTO: JONAS PEREIRA)

Por: Diário do Poder

A segunda etapa do processo contra a presidenta afastada Dilma Rousseff no Senado começa nesta terça-feira (24) com a apresentação do plano de trabalho do relator da Comissão Especial do Impeachment, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

Até agora, já foi dado prazo de 20 dias, que terminam no dia 31 de maio, para que a presidenta afastada apresente uma nova defesa por escrito. Chamada de pronúncia, é nesta fase que também são juntadas ao processo todas as provas consideradas importantes por acusação e defesa. Pode haver ainda audiência de testemunhas, diligências e debates entre a acusação e a defesa.

A partir daí, um novo relatório será elaborado por Anastasia, votado na comissão e depois no plenário da Casa. Assim como na fase de admissibilidade, de novo, em ambas as votações (na comissão e no plenário), será exigida maioria simples, ou seja, metade mais um dos senadores presentes a sessão. Se aprovado o relatório no plenário, após 48 horas, será marcado o último julgamento que pode tirar definitivamente a presidenta Dilma do cargo.

A Comissão Especial do Impeachment continua a ser presidida pelo senador Raimundo Lira (PMDB-PB), mas caberá ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, atuar como presidente dos dois julgamentos que ainda podem ocorrer no plenário do Senado sobre o caso. Lewandowski também dará a palavra final sobre questões de ordem apresentadas na comissão, mas que forem objeto de recurso no plenário da Casa.

Lewandowski já tem uma sala de apoio para trabalhar na 1º vice-presidência do Senado, porém deve continuar despachando do Supremo. Ao assumir essa função no Senado, em 12 de maio, mesmo dia em que o plenário da Casa aceitou a admissibilidade do processo que resultou no afastamento temporário de Dilma, o ministro afirmou que os juízes são os senadores e que ele atuará como um órgão recursal. O presidente do STF disse ainda que os procedimentos a serem seguidos são baseados no processo deimpeachment do presidente Fernando Collor, em 1992.(ABr)

O Brasil que o PT tentou esconder

O Brasil que o PT tentou esconder

Por: ISTOÉ\Débora Bergamasco

Nos próximos dias, o presidente Michel Temer pretende apresentar um diagnóstico da situação real do Brasil, herdado por ele após o afastamento da presidente Dilma Rousseff. Pretende, com essa iniciativa, tirar o véu do País da fantasia – cantado em verso e prosa pelo ex-marqueteiro do PT João Santana durante a campanha eleitoral de 2014 –, e repetido como ladainha em procissão por Dilma Rousseff nos últimos dois anos. A radiografia – traduzida numa espécie de inventário – vai do Orçamento da União à execução dos programas sociais e convênios, da condição das representações brasileiras no exterior à publicidade institucional. Os ministros trabalham no levantamento dos dados, mas já é possível afirmar que o cenário é de terra arrasada. A começar pelas contas da União.

Confira reportagem completa

SERRA NEGOU QUE O ITAMARATY SERÁ UM TRAMPOLIM PARA SUA CANDIDATURA EM 2018 (FOTO: CRIS CASTELO)
Por: Diário do Poder
O novo chanceler, José Serra, enumera os erros da política externa dos 13 anos de governo do PT, anuncia que vai discutir uma “atualização” do Mercosul em sua primeira viagem internacional, hoje, à Argentina, e assume um compromisso com a opinião pública e os diplomatas: “Vamos turbinar o Itamaraty”.Serra disse estar acertando com o ministro do Planejamento, Romero Jucá, como cobrir a carência de R$ 800 milhões do Itamaraty, que tem até atrasado salários e aluguéis e imóveis no exterior. Fora isso, há dívidas de R$ 6,7 bilhões do Brasil a organismos e bancos internacionais, tema também em discussão.

Ele também prometeu abrir o País ao mundo e uma relação melhor com os Estados Unidos. “Nossa relação comercial com os EUA deve com certeza se tornar mais próxima e o grande investimento aí é a remoção de barreiras não tarifárias”, disse ele nesta entrevista, na qual resumiu os desafios do governo Michel Temer: “Não temos a opção de fracassar. Tem que dar certo”.

Leia na íntegra

 Vai pagar pra ver?

Vai pagar pra ver? (Reportagem da Veja não identifica créditos da foto)

Veja\Por: Severino Motta  

Na Procuradoria Geral da República ninguém entendeu as declarações de Eduardo Cunha dizendo que na próxima semana voltaria a frequentar a Câmara.

Procuradores acreditam que ele pode estar querendo se martirizar ou desafiar o Supremo Tribunal Federal.

Isso porque, se voltar ao Legislativo, estará descumprindo a decisão do STF e Rodrigo Janot irá pedir sua prisão.

danielaemtrio

(Reportagem  do  Brasil Verde Amarelo  não identificou  créditos da foto)

Postado por Brasil Verde Amarelo 

A cantora Daniela Mercury que tem diversos sucessos gravados e que foram até temas de novela da #RedeGlobo, hoje passa por um perrengue. Ninguém mais comparece aos seus shows.

O show da cantora cujo espetáculo tem como tema “Voz e Violão” marcado para acontecer em João Pessoa foi cancelado por falta de público. Isso mesmo, não tinha ninguém interessado em assistir.

A assessoria da artista informou em nota que o cancelamento se deu por motivos de força maior. Entretanto, nossa equipe apurou que quase nenhum ingresso foi vendido e por isso o evento não aconteceria na cidade.

Daniela é conhecido em todo Brasil pelas suas músicas, porém ela tem manifestado opiniões em redes sociais relacionadas a política. Outros artistas que fizeram o mesmo experimentaram o esvaziamento em seus shows

(Reportagem  do Diário do Poder não identifica créditos da foto)

Por: Diário do Poder

Fiel escudeiro da presidente afastada Dilma Rousseff e defensor voraz de que ela não cometeu crime de responsabilidade fiscal, agora o ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo que deverá fazer sua própria defesa. O atual AGU, Fábio Medina, abriu sindicância para apurar a conduta de Cardozo defendendo Dilma e explanando o discurso de “golpe”.

O documento assinado por Medina e obtido pelo Diário do Poder mostra que a sindicância foi aberta no dia 18 (quarta-feira). A investigação ficará a cargo da Corregedoria-Geral da AGU.

“É de conhecimento notório que as associações representativas de carreia manifestaram-se publicamente quanto à ilegitimidade dessa defesa”, diz um trecho do documento.

A decisão de Fábio Medina abrir investigação contra José Eduardo Cardozo causou estranhamento por parte da AGU. Isso porque, em 2015, antes mesmo de ser convidado para a Comissão Especial do Impeachment, Medina declarava que o processo era um “golpe constitucional”.

Em seu site oficial, uma entrevista a um jornal de São Paulo ainda está no ar e nela o então advogado disse que não havia elementos suficientes para que pudesse barrar o mandato de Dilma.

Ontem (20), Medina marcou reunião com associações da carreira às 15h. Um procurador da Fazenda Nacional que criticou a mudança de opinião do AGU em relação ao impeachment foi barrado e houve um certo constrangimento na cerimônia.

(Foto reprodução\Google)

Ana Hickmann divulgou um comunicado oficial sobre o atentado que sofreu neste sábado, em Belo Horizonte. “Nunca pensei que isso poderia acontecer. Nunca pensei que o ser humano fosse capaz disso. Foi terrível. Estou profundamente abalada e triste. Só peço que todos rezem por minha cunhada para que ela se recupere logo”, diz a apresentadora.

Segundo a assessoria de Ana, ela falará com exclusividade ao programa Domingo Espetacular, que vai ao ar hoje na Record, a partir das 19h30.

Ao site da VEJA SP, Gustavo Correa, irmão de Alexandre, marido de Ana, contou detalhes sobre o atentado. “Eu estava no corredor do hotel. O rapaz me abordou apontando a arma para minha cabeça e me obrigou a abrir a porta do quarto. Quando entrou no apartamento, ficou ameaçando todo mundo. Isso durou cerca de 15 ou 20 minutos”, diz sobre a abordagem de Rodrigo Augusto de Pádua, 30 anos.

“Foi tudo premeditado para matar e, acho, se matar em seguida. Em determinado momento, a Ana desmaiou nos braços da Giovanna. Ele avançou e parti para cima”, conta Gustavo. “Só queria salvar as mulheres. Ficamos em luta corporal por cerca de dois minutos. Até que a arma se soltou e foi parar atrás dele. Peguei a arma e dei dois tiros na cabeça dele. Enquanto isso, Ana e Giovanna correram para fora do quarto.” (Veja)

 

A prefeitura e o Comitê Rio 2016 reuniram a imprensa para apresentar o Plano de Revezamento da Tocha - Foto: Margarida Neide l Ag. A TARDE

A prefeitura e o Comitê Rio 2016 reuniram a imprensa para apresentar o Plano de Revezamento da Tocha

A Tarde

O revezamento da Tocha Olímpica chega à capital baiana na próxima terça-feira, 24, e contará com esquema especial de trânsito e transporte. O símbolo nacional dos jogos  será conduzido por 153 pessoas, 35 km, em  vários pontos da cidade com 12 horas de revezamento.

O Plano de Mobilidade para o Revezamento da Tocha foi apresentado na manhã deste sábado, 21, em coletiva realizada pela Prefeitura e o Comitê Rio 2016. A desembargadora Luislinda Valois está entre os condutores da Tocha: “A expectativa é grande. Estou muito feliz”.

As alterações no trânsito serão tanto para o revezamento quanto para os shows na Praça da Celebração, no Farol da Barra e atingem, em horários distintos, áreas do Centro, Comércio, Cidade Baixa, Avenida Paralela, Avenida Octávio Mangabeira, entre Piatã e Pituba, Dique do Tororó, Centenário e Barra.

Confira reportagem completa

Ana Hickmann - apresentadora volta a modelar  (Foto: Divulgação)

Época\ACYR MÉRA JÚNIOR

Ana Hickmann sofreu ameaças na tarde deste sábado (21) no hotel em que está hospedada, em Belo Horizonte, e a confusão terminou com um suposto fã, identificado como Rodrigo Augusto de Pádua, morto a tiros. O cunhado da apresentadora, Gustavo Correa, é o principal suspeito de matar a tiros o agressor, que estava armado, durante uma briga dentro do quarto do hotel.

A mulher de Gustavo, Fabiana Oliveira, também foi baleada durante a confusão. Ela já passou por uma cirurgia, segue internada em um hospital de Belo Horizonte e seu estado de saúde é estável no momento. “Ana Hickmann está bem fisicamente, porém muito abalada. Ela foi a Belo Horizonte lançar sua primeira linha de roupas autoral e tomou um grande susto com tudo que aconteceu”, diz Fabiana Kaminski, assessora da apresentadora, à coluna. Fabiana afirmou que neste domingo (22) Ana emitirá um comunicado relatando todo o ocorrido.

Segundo o boletim da Polícia Militar, o agressor armado entrou no hotel, abordou Correa e o obrigou a levá-lo até o quarto de Ana. Lá, o suposto fã obrigou todos a ficarem de costas para ele. Correa teria resistido e começado uma briga, que culminou em dois disparos que feriram a mulher do cunhado da apresentadora com dois tiros, um no ombro e outro na barriga. Em seguida, Correa teria conseguido desarmar o atacante e atirar contra ele. A Polícia Militar de Belo Horizonte dará uma entrevista coletiva na tarde deste domingo (22) para esclarecer os fatos. Ana passa bem e ainda não se sabe quando ela deve ter condições de retornar a São Paulo, onde mora.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar das negativas de seu instituto, está em polvorosa (Reportagem do Jornal da Cidade Oline não identifica os créditos da foto)

A entrevista concedida por ele para a Telesur, a rede de televisão estatal da Venezuela, é clara demonstração de pleno delírio, extrema dissimulação e fuga da realidade, que o assombra cada vez mais.

O ex-presidente já tomou conhecimento que os inquéritos em que está envolvido estão sendo encaminhados para Curitiba.

Da mesma forma, Lula está assistindo inúmeros familiares sendo alvos de investigações e processos.

A atitude calma, serena e estratégica do juiz Sérgio Moro tem destroçado os nervos de Lula.

Leia na íntegra

É o contragolpe da sociedade. (Reportagem do Jornal da Cidade Online não identifica créditos da foto)

Por: Jornal da cidade Online

A indignação de parte da sociedade com o tal Ministério da Cultura, cingia-se no fato da maneira como as verbas eram aplicadas, privilegiando um pequena casta de artistas em detrimento ao real propósito, qual seja um verdadeiro projeto nacional de incentivo à Cultura.

Muito fácil um grupo de atores diretamente de Cannes erguer cartazes protestando contra a extinção da pasta.

Cartazes, pasmem, escritos em inglês, capitaneados por uma brasileira que há muito tempo sequer pisa em seu país.

Portanto, recrie-se o Ministério da Cultura. Sem dúvida, fomentar o desenvolvimento da cultura é muito importante, mas que as verbas, de agora em diante, sejam aplicadas nas periferias, nas escolas públicas, entre a juventude e entre anônimos, jamais para bancar banquete de astros consagrados.

Alguns deputados federais lançaram a semente para a criação da CPI da Cultura. O deputado Alberto Fraga (DEM-DF) começa a colher as assinaturas com esse objetivo nesta segunda-feira (23).

Já o deputado Sostenes Cavalcante (DEM-RJ) garante que irá colher assinaturas para a CPI Mista da Lei Rouanet.

Resta à sociedade todo apoio às CPIs.

JANOT QUER PROIBIR A VAQUEJADA NO NORDESTE

A VAQUEJADA NASCEU NOS TEMPOS DE CAÇA A “GADO SELVAGEM”, NAS BRENHAS NORDESTINAS. (Reportagem do Diário do Poder não identificou os créditos da foto)
Por:Diário do Poder
O procurador-geral, Rodrigo Janot, mineiro urbano, alega “práticas contra o meio ambiente” para tentar fazer o Supremo Tribunal Federal proibir a vaquejada, esporte que faz a alegria da gente pobre e simples do sertão nordestino. Carioca do asfalto, o ministro Marco Aurélio apoia Janot. Os defensores da vaquejada garantem que os animais são muito menos maltratados que os das milionárias festas de peões boiadeiros. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os bois saltam porque sentem dor, com a corda que lhe roça e aperta os testículos, e não pelo incômodo com a montaria do vaqueiro.

A Festa do Peão de Barretos (SP) movimenta R$ 200 milhões por ano. As vaquejadas nordestinas atraem muita gente, mas são festas pobres.

Os ministros Gilmar Mendes e Luiz Fachin votaram pela improcedência da ação de Janot contra a vaquejada. Luís Roberto Barroso pediu vista.

A primeira-dama e o hacker

Marcela Temer: Irmão pagou 15 000 reais a hacker que ameaçava divulgar fotos íntimas da mulher do presidente interino
Marcela Temer: Irmão pagou 15 000 reais a hacker que ameaçava divulgar fotos íntimas da mulher do presidente interino(Zanone Fraissat/VEJA)

Veja\Por: Ullisses Campbell

O hacker que, no início de abril, clonou o celular de Marcela Temer e chantageou sua família com a ameaça de divulgar fotos íntimas dela afirmou à polícia que, num primeiro momento, não sabia que sua vítima era a mulher do então vice-presidente da República. Em depoimento a que VEJA teve acesso, Silvonei José de Jesus Souza, de 35 anos, contou que pinçou o nome de Marcela de um HD pirata que continha dados pessoais de assinantes de um portal da internet. Ele confessou que, depois de invadir os arquivos da hoje primeira-dama, extorquiu 15 000 reais do irmão dela, Karlo Tedeschi. Disse ainda que, ao saber quem era Marcela, tentou avançar na extorsão e obter mais 300 000 reais. Souza foi detido no último dia 11 em Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, em uma operação de cinema, que envolveu quarenta agentes à paisana em onze carros. Ele está preso na carceragem da Divisão Antissequestro e deve ser indiciado por extorsão. O caso corre sob sigilo de Justiça.

O hacker disse que teve acesso a fotos de Marcela quando explorava aleatoriamente os arquivos do HD pirata, que ele adquiriu no bairro paulista de Santa Efigênia, reduto de comércio de eletrônicos. De posse de agenda de contatos de Marcela, clonou seu celular e escreveu a Karlo Tedeschi fingindo ser a primeira-dama. Na mensagem, a falsa Marcela dizia ao irmão estar sendo chantageada por um hacker que teria em seu poder duas fotos íntimas dela e pedia que depositasse 15 000 reais em uma conta bancária para que o bandido não divulgasse o material. Karlo Tedeschi caiu no trote e fez o depósito dos 15 000 reais no dia seguinte.

Leia na íntegra

O secretário nacional de Cultura, Marcelo Calero
O secretário nacional de Cultura, Marcelo Calero, durante sua apresentação, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) – 18/05/2016(Alan Marques/Folhapress)

Conforme antecipou com exclusividade o colunista Reinaldo Azevedo no site de VEJA, o presidente em exercício Michel Temer vai recriar o Ministério da Cultura. A decisão, tomada após uma semana de manifestações e muita pressão por parte da classe artística, foi confirmada nas redes sociais por Mendonça Filho, titular do Ministério da Educação – o qual, nos planos iniciais de Temer, absorveria as funções do Minc, que se converteria em uma secretaria.

“A decisão de recriar o Minc é um gesto do presidente Temer no sentido de serenar os ânimos e focar no objetivo maior: a cultura brasileira”, declarou Mendona Filho por meio de sua conta no Twitter. Em outro post, ele informa que Marcelo Calero – recém-empossado no cargo de secretário da área – será o novo ministro da Cultura.

“Conversei com o presidente Temer sobre a decisão de recriar o Ministério da Cultura. O compromisso do presidente com a Cultura é pleno”, completou Mendonça no microblog.

A decisão de fundir as pastas de Educação e Cultura foi tomada com base no princípio adotado por Temer de reduzir o número de ministérios quando assumiu interinamente o governo. A decisão sofreu diversas críticas da opinião pública e artistas. Diante dos protestos de parte dos artistas e de servidores do Ministério da Cultura, Temer já havia anunciado que, mesmo como secretaria, a estrutura da pasta seria mantida.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também sugeriu que o Ministério fosse recriado e se comprometeu ele mesmo com a tarefa, por meio de uma emenda no Congresso Nacional. (Veja da redação, com Estadão Conteúdo)

 

“André Moura para quê?”

Resultado de imagem para RUTH DE AQUINO

Época\RUTH DE AQUINO (Foto reprodução\Google)

Nunca pensei que usaria aspas de Renan Calheiros num título. Mas, desta vez, o presidente do Senado perguntou o óbvio. De todos os erros atribuídos ao presidente interino Michel Temer nessa semana de estreia, o mais grave foi a escolha de André Moura como líder do governo na Câmara. Sua nomeação foi um tiro de bazuca no governo. Sem defesa.

André Moura é acusado de tentativa de homicídio e de roubo de verba pública para financiar churrasco e bebida alcoólica. Usou sua cota parlamentar para contratar uma empresa que forneceria notas frias em contratos de locação de carros e de assessoria jurídica. A empresa se chama Elo Consultoria. Mas o verdadeiro “elo” de André Moura é com o vilão-mor da República, o suspenso Eduardo Cunha, que ameaça voltar com força total à Câmara, sob o argumento de que as contas secretas no exterior são de um “trust”. O beneficiário é ele mesmo, mas isso não passa de mero detalhe.

André Moura é classificado como “um dos expoentes da bancada religiosa no Congresso”. Não tenho nada contra a fé, que move montanhas. Mas a fé de Moura parece mover montanhas de conchavos e preconceitos. É católico, porém lidera o PSC, de maioria evangélica. Seu projeto de lei mais conhecido, assinado com Eduardo Cunha, dificulta o aborto até em casos de estupro. Isso denota não conservadorismo, mas crueldade. André Moura (vou repetir sempre nome e sobrenome, para não ofender nenhum outro “Moura” e para que fique gravado até ele renunciar ou ser afastado por Temer) se esmera em restringir direitos de homossexuais.

Leia na íntegra

O time da economia para salvar o Brasil

Capa edição 936 (Foto: Época )

Época\ANA CLARA COSTA, SAMANTHA LIMA E MARCOS CORONATO

Há pouco mais de duas semanas, os economistas Mansueto Almeida, Marcos Mendes, Paulo Correa e Sérgio Guimarães Ferreira se encontraram em um bar na Asa Sul, em Brasília. Entre um chope e outro, conversavam sobre como seria o governo de Michel Temer, antes mesmo da votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff no Senado. Todos, exceto Ferreira, que assessora o senador tucano Aécio Neves (MG), haviam sido convidados pelo hoje ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para assumir alguma secretaria da Pasta. Nem todos estavam seguros do que decidiriam.

Mansueto Almeida, um dos maiores conhecedores de contas públicas do país, hesitava em aceitar o cargo mais condizente com seu currículo, o de secretário do Tesouro. Nos dez dias anteriores, havia assistido a três apresentações de técnicos do órgão sobre a situação das contas. Os números pareciam tão tenebrosos que ele decidiu não se associar diretamente a essa empreitada.

Confira reportagem completa

O empresário Taiguara Rodrigues dos Santos,  filho do irmão da primeira mulher de Lula, em depoimento à CPI do BNDES em outubro de 2015 (Foto: Lucio Bernardo Junior / Câmara dos Deputados)

O empresário Taiguara Rodrigues dos Santos, filho do irmão da primeira mulher de Lula, em depoimento à CPI do BNDES em outubro de 2015 (Foto: Lucio Bernardo Junior / Câmara dos Deputados)

Época\RICARDO DELLA COLETTA E MURILO RAMOS

Taiguara Rodrigues dos Santos, alvo hoje de uma operação da Polícia Federal que investiga contratos de sua empresa com a construtora Odebrecht e sobrinho da primeira mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse à CPI do BNDES no final do ano passado estar endividado.

Questionado à época pelo deputado Betinho Gomes (PSDB) sobre o seu patrimônio, Taiguara, respondeu: “Essa é uma resposta até triste de dar. O meu patrimônio era o meu apartamento e meu carro. Hoje, o apartamento, se eu não conseguir resgatar, vai para leilão, e um carro. Não tenho mais nada. E dívidas, muitas dívidas”.

A ação cumpre mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva. Taiguara, conhecido como “sobrinho do Lula”, é o principal alvo. Com uma pequena empresa, ele ganhou US$ 2 milhões para atuar em Angola para a Odebrecht.

Janot mira em Dilma e Lula

Crédito: ANDRE DUSEK/ESTADÃO

RETA FINAL Janot acredita ter provas suficientes para condenar o ex-presidente Lula (Crédito: ANDRE DUSEK/ESTADÃO)

ISTOÉ\Pedro Marcondes de Moura\AddThis Sharing Buttons

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já tem provas suficientes para garantir que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a sua sucessora, Dilma Rousseff, operaram para barrar as investigações da Operação Lava Jato. A quebra do sigilo fiscal de Maurício Bumlai, filho do compadre de Lula José Carlos Bumlai, e-mails do Instituto Lula e registros telefônicos comprovam o conteúdo da delação do ex-senador Delcídio do Amaral. Todos estes documentos foram encaminhados por Janot ao Supremo Tribunal Federal. A papelada, segundo procuradores, prova que o ex-presidente foi o mentor da operação para tentar comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Mostram também que o dinheiro entregue à família de Cerveró partiu das contas do filho de Bumlai e que os encontros com Lula narrados por Delcídio em sua delação, de fato, ocorreram. A robustez dos indícios colhidos coloca Lula mais próximo de ser condenado por obstrução à Justiça.

Em depoimentos, Delcídio do Amaral e seu chefe de gabinete, Diogo Ferreira, disseram a integrantes da Lava Jato que o ex-presidente Lula temia que Nestor Cerveró pudesse, em troca de redução de pena, narrar fatos que o comprometessem ou incriminassem seu compadre José Carlos Bumlai nos desvios da Petrobras. A operação para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras acabou frustrada após o filho de Cerveró entregar às autoridades áudios de uma reunião em que Delcídio oferecia até um plano de fuga cinematográfico ao exterior para o ex-diretor da estatal, preso desde janeiro de 2015.

Leia na íntegra

Marcelo Odebrecht durante depoimento (Foto: Rodolfo Buhrer/REUTERS)

DUAS OPERAÇÕES
Após prender Marcelo Odebrecht na Lava Jato, PF suspeita de encontro do empreiteiro com Fernando Pimentel (Foto: Rodolfo Buhrer/REUTERS)

Época\FILIPE COUTINHO

No papel, os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, são exemplares. As propostas passam por comitês, avaliações técnicas e tornam-se contratos com dezenas de cláusulas que detalham as condições dos empréstimos. Na prática, porém, o que muitos financiamentos do BNDES têm em comum é a combinação de juros camaradas para empreiteiras beneficiadas realizarem obras no exterior, em nações alinhadas com o PT. Conforme ÉPOCA revelou em fevereiro, procuradores em Brasília já vêm apurando tráfico de influência internacional do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor de empreiteiras, especialmente a Odebrecht, com a participação do BNDES. Agora, ÉPOCA obteve relatórios da Polícia Federal que revelam como se dá a concessão desses financiamentos.

É a primeira vez que uma investigação reúne provas de como se dá a negociação, com informações privilegiadas de reuniões, encontros secretos e pagamentos de propina. Os documentos, levantados na Operação Acrônimo, trazem evidências de propina em dois contratos do BNDES com a Odebrecht, para obras na Argentina e em Moçambique, ao custo de US$ 90 milhões, cerca de R$ 320 milhões.

Confira reportagem completa

Cardozo cometeu crime de responsabilidade

Por Jornal da Cidade online (Na íntegra)

O ex-ministro José Eduardo Cardozo não poderia, em hipótese alguma, na condição de advogado-geral da União ter sustentado perante o Congresso e o Judiciário a tese de que a presidente Dilma Rousseff estava sendo alvo de um golpe de Estado.

A AGU – Advocacia Geral da União – tem entre as suas atribuições representar os interesses do Legislativo e do próprio Judiciário, logo Cardozo jamais poderia ter usado o cargo para atentar contra a imagem dos poderes constituídos, acusando-os de participarem de um conluio contra a chefe do Executivo.

Na opinião do novo advogado-geral da União, Fábio Medina Osório, “a defesa de Cardozo foi criminosa. Esse discurso jamais poderia ter sido feito por um advogado da União. Ele acabou com a dignidade do órgão e cometeu crime de responsabilidade ao forjar o discurso do golpe”

Cardozo possivelmente será alvo de ação por improbidade administrativa, ficando proibido de voltar a exercer cargos públicos.

Além disso, durante o tempo que permaneceu no cargo, Cardozo se preocupou tão-somente com a defesa da presidente, tendo negligenciado em todas as demais atribuições inerentes ao cargo.

Em suma, foi um completo irresponsável.

ESTEVES SERIA UM DOS PRINCIPAIS MANTENEDORES DO INSTITUTO LULA (Reportagem do Diário do POder não identificou os crédiros da fota)
POR: DIÁRIO DO PODER
O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou incluir na denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva novas provas que demonstram a proximidade do petista com o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual. Ambos são acusados de participar da trama para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró.A ordem de Teori inclui na denúncia trechos da delação premiada do senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS), que também foi denunciado por envolvimento no mesmo caso. Delcídio afirmou, nos termos de colaboração, que Esteves é um dos principais mantenedores do Instituto Lula, responsável por organizar as palestras do ex-presidente.

De acordo com o ex-senador, a relação de Esteves com Lula se deve ao fato de o ex-presidente ter sido um dos principais apoiadores dos negócios do BTG, e que Lula era um “alavancador eficaz” de negócios para agentes econômicos no Brasil e no exterior. No pedido enviado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) a Teori, o procurador-geral Rodrigo Janot aponta o “relacionamento estreito” entre o banqueiro e o Instituto Lula.

Leia na íntegra

LULA JÁ FOI LEVADO PARA DEPOR À PF SOB VARA NA OPERAÇÃO LAVA JATO. FOTO: ESTADÃO
Por Diário do Poder

O noticiário sobre a Operação Janus, nesta sexta (20), da Polícia Federal, fez parecer que, apesar do envolvimento do sobrinho, o ex-presidente Lula não era investigado. Porém, é mais que isso: trata-se do principal investigado. Nota do Ministério Público Federal do DF deixou claro que o objetivo da “Janus” é apurar se Lula “praticou tráfico internacional de influência em favor da construtora Odebrecht”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A primeira fase da Janus, nesta sexta, teve a ver apenas com o financiamento do BNDES para uma obra da Odebrecht em Angola.

Lula e quem o ajudou a batalhar negócios para a Odebrecht no exterior podem esperar novas fases da Janus. Experimentarão fortes emoções.

Também são investigados os contratos do BNDES relativos a obras em Cuba, Venezuela, República Dominicana e Angola, entre muitos outros.

Três desassombrados procuradores pilotam a Operação Janus: Francisco Guilherme Bastos, Ivan Cláudio Marx e Luciana Loureiro.

Caos e armadilhas, a herança de Dilma

PRESSA -  A nova equipe econômica tem a difícil tarefa de sanear as contas sem aprofundar ainda mais a crise

PRESSA – A nova equipe econômica tem a difícil tarefa de sanear as contas sem aprofundar ainda mais a crise(LULA MARQUES/VEJA)

Veja\Por: Robson Bonin e Bianca Alvarenga

No momento em que o ministro Henrique Meirelles anunciava os nomes de sua equipe, na última terça-feira, em Brasília, a economia real expunha uma de suas facetas mais cruéis a uns poucos quilômetros da sede do Ministério da Fazenda. Desde as 6 horas da manhã, jovens, muitos deles com diploma universitário, formavam uma fila quilométrica para candidatar-se a uma vaga de trabalho numa rede de restaurantes. Foram mais de doze horas de espera debaixo de sol, depois de chuva, apenas para entregar um currículo que os habilitaria a um salário que varia de 800 a 1 500 reais, dependendo da qualificação, mais plano de saúde.

É um microexemplo da grave situação que o Brasil atravessa. Os jovens são parte de um contingente de 11 milhões de desempregados, vítimas de erros em série na economia, uma dose cavalar de incompetência e muita corrupção nos governos comandados pelo Partido dos Trabalhadores. Na cerimônia, o novo ministro disse que tem pressa. Há realmente muito que fazer e, antes disso, muito a ser desfeito. As primeiras auditorias oficiais mostram que o descontrole e a falta de transparência na governança da presidente afastada Dilma Rous­seff não eram lendas criadas pela oposição, mas realidades amargas.

Leia na íntegra

(Foto reprodução\Google)
Veja\Por: Reinaldo Azevedo 

O presidente Michel Temer vai recriar o Ministério da Cultura. Vamos melhorar um pouco este texto: não se extinguiu estrutura nenhuma; não haveria corte de verbas. Muito pelo contrário: o setor está com um rombo de quase R$ 250 milhões. Temer já negociou com Henrique Meirelles, da Fazenda, a cobertura do buraco, em prováveis parcelas de cinco vezes. Sabem quando Dilma faria isso? Nunca!

Havia uma justa demanda da sociedade pela redução do número de ministérios. E o da Cultura, em razão da estrutura que tem e da proximidade óbvia com a Educação, era um candidato à fusão.

Todos sabem a minha opinião a respeito: eu não teria feito essa fusão porque me parecia que a dor de cabeça seria infinitamente maior do que os benefícios. Na era da Internet, boatos viram fatos.

E o boato de que a Cultura estaria sendo subestimada virou, para os artistas, um fato, ainda que não-verificável. Porque, efetivamente, não há desprestígio nenhum.

Leia na íntegra

expedicao-veja-transposicao-sao-francisco-20140526-002-original

Temer deseja a conclusão até o fim deste ano (Reportagem da Veja não identifica os créditos da foto)

Veja\Por: Vera Magalhães  

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, fará na próxima terça-feira uma reunião para discutir o Projeto de Integração do rio São Francisco, orçado em mais de 8 bilhões. Estarão presentes representantes de empresas do setor elétrico e da construção civil que estão à frente da ação.

No encontro vai passar o recado de quer acelerar as obras. Numa sinalização à bancada do Nordeste, que vinha cobrando enfaticamente o projeto, dirá que Temer pretende fazer a inauguração até o fim do ano.

 

Nestor Cerveró durante a CPI da Petrobras na sede da Justiça Federal em Curitiba (PR) - 11/05/2015
Cerveró acusa seu ex-advogado de ter embolsado o dinheiro providenciado por Delcídio(Vagner Rosario/VEJA)

Veja\Por: Thiago Bronzatto, de Brasília

Seis meses após a descoberta da trama que levou à prisão do ex-senador Delcídio do Amaral, Nestor Cerveró afirma que sua família nunca recebeu o dinheiro oferecido para que ele permanecesse em silêncio e não firmasse um acordo de delação premiada com a Lava Jato. A declaração do ex-diretor da área internacional da Petrobras consta de uma carta escrita por ele na última quinta-feira, na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. Na correspondência, enviada a VEJA, Cerveró acusa seu ex-advogado de ter embolsado o dinheiro providenciado por Delcídio e destinado a comprar seu silêncio – numa operação clandestina que, segundo a Procuradoria-Geral da República, foi comandada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Desde que foi recolhido ao cárcere, em janeiro de 2015, é a primeira vez que Cerveró se manifesta fora dos inquéritos e processos da Lava Jato. É também a primeira vez que ele trata da tentativa de silenciá-lo. Na semana passada, VEJA revelou a denúncia em que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusa o ex-presidente Lula de ter desempenhado “papel central” na organização criminosa que pôs em ação a estratégia para evitar a delação do ex-diretor. O petista, junto com os demais participantes da trama, é acusado de tentar obstruir o trabalho da Justiça. O estratagema foi descoberto a partir da iniciativa de Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró, que decidiu gravar as reuniões com Delcídio e entregou os áudios ao Ministério Público.

Leia na íntegra

(Foto reprodução\Google)
Por: Diário do Poder

O ex-presidente Lula é mesmo o principal alvo da investigação que resultou na Operação Janus, deflagrada nesta sexta-feira (20) pela Polícia Federal em colaboração com o Ministério Público Federal.

Os investigadores apuram se Lula recebeu vantagens econômicas indevidas para influenciar “agentes públicos estrangeiros notadamente na República Dominicana, Cuba e Angola”, além de facilitar ou agilizar o trâmite de procedimentos de financiamentos de interesse das empresas do grupo Odebrecht junto ao BNDES. Também são investigados os financiamentos concedidos pelo BNDES ao conglomerado Odebrecht construção do Porto de Mariel, em Cuba, do Metrô de Caracas, na Venezuela, além de algumas obras no Panamá.

As investigações são conduzidas por um grupo formado pelos procuradores Francisco Guilherme Bastos, Ivan Cláudio Marx e Luciana Loureiro.

Além dos quadro mandados de busca e apreensão e dois de condução coercitiva, a Operação Janus inclui quebra de sigilos bancários, fiscais e de dados telemáticos de nove envolvidos, autorizadas pelo juiz da 10ª Vara Federal Vallisney Souza de Oliveira.

No pedido, os investigadores afirmaram já terem reunido “fortes indícios de irregularidades e de condutas, em tese delituosas, no sentido de, no mínimo, dissimular e ocultar valores de origem ilícita”. Esses valores foram pagos a empresas subcontratadas pela Odebrecht para a realização de obras no exterior.

Mencionado no inquérito, Lula não está entre os alvos da operação desta sexta-feira.

« Artigos Anteriores  Próxima Página »

Últimos Posts

    Últimos Comentários

      Mais Comentados